Um relicário bilíngue onde a sensibilidade infantojuvenil se expande, desaguando na densidade madura da lira contemporânea.

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Uma obra de travessia visceral e autêntica que usa a metáfora do excesso para esculpir o equilíbrio na identidade feminina, no amor e no desencanto do mundo, desaguando na leveza da aceitação cotidiana.

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Um rio de memórias que transforma vivências amazônicas em poesia, fazendo da infância no seringal uma herança escrita que pulsa como a própria floresta

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