Um templo erguido com pinceladas, onde o tempo se dobra e a técnica se faz prece.
Leia MaisUm templo erguido com pinceladas, onde o tempo se dobra e a técnica se faz prece.
Leia MaisO nanquim desafia o vazio do papel não como quem impõe uma ordem, mas como quem liberta um sussurro represado.
Leia Mais"Cadernos da Pandemia", não se limita a retratar um período de crise sanitária; ela mergulha nas profundezas do "estado de exceção ontológico"
Leia MaisPapietagem aqui deixa de ser um mero fazer artesanal para se converter em pele epistêmica.
Leia MaisEntre véus de luz e silêncio, uma sacerdotisa transforma o cotidiano em encantamento - guardiã da pureza, da intuição e do mistério que habita o lar.
Leia MaisEntre ecos da grande arte e a experiência vivida de um tempo de provação, Flavio Dutka tece uma linguagem própria: onde o afeto é abrigo, a natureza é cura e a espiritualidade se revela na simplicidade do caminho.
Leia MaisNo coração da Amazônia, o Festival de Parintins é a alma cabocla, indígena e ribeirinha transformada em um espetáculo de som, luz e mistério, onde a força sustentável do artesanato local e o giro de uma economia viva sustentam a herança de uma paixão dividida entre a estrela azul do Caprichoso e o coração vermelho do Garantido.
Leia MaisNa união dos corpos, as graças deixam de ser três figuras e se tornam o próprio abraço.
Leia MaisEste "Nu Reclinado" é uma obra de resistência. Pintada no calor de um momento difícil, ela é a prova de que o traço pode ser uma âncora.
Leia MaisO Festival de Nazaré é o pulsar da floresta e do rio, onde a cultura ribeirinha se veste de cores, as águas do Baixo Madeira cantam tradição e a alma da Amazônia celebra a sua própria história.
Leia MaisUm sopro de cor que se dobra sobre si mesmo, onde o conforto é miragem e a superfície pulsa como um segredo prestes a se revelar.
Leia MaisDutka não pinta a imagem; ele permite que a imagem aconteça por meio do contato, do escorrimento e do depósito do tempo sobre superfícies que parecem peles expostas ao mundo.
Leia Mais