Na união dos corpos, as graças deixam de ser três figuras e se tornam o próprio abraço.
Leia MaisNa união dos corpos, as graças deixam de ser três figuras e se tornam o próprio abraço.
Leia MaisEste "Nu Reclinado" é uma obra de resistência. Pintada no calor de um momento difícil, ela é a prova de que o traço pode ser uma âncora.
Leia MaisO Festival de Nazaré é o pulsar da floresta e do rio, onde a cultura ribeirinha se veste de cores, as águas do Baixo Madeira cantam tradição e a alma da Amazônia celebra a sua própria história.
Leia MaisUm sopro de cor que se dobra sobre si mesmo, onde o conforto é miragem e a superfície pulsa como um segredo prestes a se revelar.
Leia MaisDutka não pinta a imagem; ele permite que a imagem aconteça por meio do contato, do escorrimento e do depósito do tempo sobre superfícies que parecem peles expostas ao mundo.
Leia MaisNa canoa que atravessa o silêncio do mundo, a prece ergue-se como a última chama que insiste em iluminar o que ainda resiste.
Leia MaisDutka transforma o trauma em totem, o sofrimento em estandarte
Leia MaisUm tríptico em uma única tela, onde o tempo parece fluir da esquerda para a direita em uma metáfora da transmutação por Flávio Dutka.
Leia MaisNa obra de Flávio Dutka, a árvore não cresce sobre a paisagem — ela cresce sobre as ruínas do tempo, escrevendo com galhos secos a memória silenciosa do mundo.
Leia MaisO orvalho de Dutka parece suspender o instante em que o mundo respira, como se cada forma guardasse o segredo silencioso da manhã.
Leia MaisUm encontro de corpos e memórias onde a iconografia cristã se desfaz, revelando a ferida colonial que insiste em pulsar.
Leia MaisUm coração de fios abertos, respirando o mundo enquanto tenta não se desfazer.
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