Como o próprio Flávio Dutka disse: "Um texto docemente cruel", como quem acaricia enquanto revela a ferida.
Leia MaisComo o próprio Flávio Dutka disse: "Um texto docemente cruel", como quem acaricia enquanto revela a ferida.
Leia MaisNas mãos de Homero Rodrigues, a madeira vira memória, vira canto, e cada escultura ergue o espírito amazônico como quem desperta a alma adormecida da cidade.
Leia MaisA obra de João Zoghbi é o Rio Madeira que se faz tinta: uma correnteza de barro e luz onde a Amazônia não se deixa emoldurar, mas se deixa sentir.
Leia MaisDutka, uma arte que revela silêncios e reinventa o olhar sobre o cotidiano amazônico.
Leia MaisOnde a carne sussurra e o silêncio sangra, a dor encontra sua própria voz.
Leia MaisO lago Cuniã não é apenas reflexo: é poesia líquida que guarda o silêncio das árvores e a memória da luz.
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