O Oráculo da Casca: O Olhar que Germina entre Redes

Um coração de fios abertos, respirando o mundo enquanto tenta não se desfazer.

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O Verbo que Caminha: A Poética de Binho

Binho é aquele poeta que acende música dentro das palavras — sua obra soa como um vinil riscado de memórias, onde cada verso vibra como um acorde que não se esquece.

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O Olhar Sensível de Geraldo Cruz sobre o Coração da Amazônia

Sua arte nasce da terra amazônica como um sopro de memória e resistência, transformando matéria em voz e silêncio em presença.

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Da série "Um lago chamado Cuniã" - Flávio Dutka

O lago Cuniã não é apenas reflexo: é poesia líquida que guarda o silêncio das árvores e a memória da luz.

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A Amazônia na Bienal: diversidade, arquitetura e ancestralidade em diálogo

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