Totem da Ausência Presente - Dutka

Dutka transforma o trauma em totem, o sofrimento em estandarte

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O Corpo como Território: A Poética do Movimento e da Transmutação

Um tríptico em uma única tela, onde o tempo parece fluir da esquerda para a direita em uma metáfora da transmutação por Flávio Dutka.

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O Entardecer - obra de Flávio Dutka

Na obra de Flávio Dutka, a árvore não cresce sobre a paisagem — ela cresce sobre as ruínas do tempo, escrevendo com galhos secos a memória silenciosa do mundo.

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A Ferida Invertida de Flávio Dutka

Um encontro de corpos e memórias onde a iconografia cristã se desfaz, revelando a ferida colonial que insiste em pulsar.

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O Oráculo da Casca: O Olhar que Germina entre Redes

Um coração de fios abertos, respirando o mundo enquanto tenta não se desfazer.

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Inventário das Sombras: Mais de duas Décadas de Vanguarda Digital na Amazônia

Onde a luz falha, a arte começa...

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O Olhar Sensível de Geraldo Cruz sobre o Coração da Amazônia

Sua arte nasce da terra amazônica como um sopro de memória e resistência, transformando matéria em voz e silêncio em presença.

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O Totem da Floresta: A Escultura de Homero Rodrigues entre o Sagrado e o Contemporâneo

Nas mãos de Homero Rodrigues, a madeira vira memória, vira canto, e cada escultura ergue o espírito amazônico como quem desperta a alma adormecida da cidade.

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O Rio que Pinta, a Floresta que Esculpe: A Cosmogonia Amazônica de João Zoghbi

A obra de João Zoghbi é o Rio Madeira que se faz tinta: uma correnteza de barro e luz onde a Amazônia não se deixa emoldurar, mas se deixa sentir.

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Melancolia às 18' - de Flávio Dutka

Dutka, uma arte que revela silêncios e reinventa o olhar sobre o cotidiano amazônico.

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Da série "Um lago chamado Cuniã" - Flávio Dutka

O lago Cuniã não é apenas reflexo: é poesia líquida que guarda o silêncio das árvores e a memória da luz.

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