O azul denso e absoluto, suporte e mistério, atua como espelho e atmosfera. Não se distingue onde termina o reflexo das águas profundas do Cuniã e onde começa o firmamento rondoniense.
Leia MaisO azul denso e absoluto, suporte e mistério, atua como espelho e atmosfera. Não se distingue onde termina o reflexo das águas profundas do Cuniã e onde começa o firmamento rondoniense.
Leia MaisUma celebração da natureza, da anatomia dos sentidos e da memória escrita pelo grande artista plástico Flavio Dutka.
Leia MaisUm templo erguido com pinceladas, onde o tempo se dobra e a técnica se faz prece.
Leia Mais"Cadernos da Pandemia", não se limita a retratar um período de crise sanitária; ela mergulha nas profundezas do "estado de exceção ontológico"
Leia MaisEntre ecos da grande arte e a experiência vivida de um tempo de provação, Flavio Dutka tece uma linguagem própria: onde o afeto é abrigo, a natureza é cura e a espiritualidade se revela na simplicidade do caminho.
Leia MaisNa união dos corpos, as graças deixam de ser três figuras e se tornam o próprio abraço.
Leia MaisEste "Nu Reclinado" é uma obra de resistência. Pintada no calor de um momento difícil, ela é a prova de que o traço pode ser uma âncora.
Leia MaisDutka não pinta a imagem; ele permite que a imagem aconteça por meio do contato, do escorrimento e do depósito do tempo sobre superfícies que parecem peles expostas ao mundo.
Leia MaisNa canoa que atravessa o silêncio do mundo, a prece ergue-se como a última chama que insiste em iluminar o que ainda resiste.
Leia MaisDutka transforma o trauma em totem, o sofrimento em estandarte
Leia MaisUm tríptico em uma única tela, onde o tempo parece fluir da esquerda para a direita em uma metáfora da transmutação por Flávio Dutka.
Leia MaisO orvalho de Dutka parece suspender o instante em que o mundo respira, como se cada forma guardasse o segredo silencioso da manhã.
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